segunda-feira, 11 de maio de 2026

  

QUEM SOU EU?

 

Aqui nessa terra, as minhas raízes plantei. Às vezes, com tão pouco, tenho tudo que sonhei. Não sei se foi o tempo que passou rápido demais. sei que na velhice cheguei, mas vou correndo atrás. Não devo me queixar por tudo que já passei. Depois de meio século, na escola estudei. Meus neurônios estavam esquecidos, mas a poesia alertou. Assim estou escrevendo, descobrindo quem sou. Cada um tem o direito de viver em liberdade. Vou sempre praticar o bem com a maior dignidade. Assim vou vivendo, cada dia, cada segundo. Registrando as coisas boas que existem nesse mundo.

Poema QUEM SOU EU?, da escritora Maria Rosa. Natural de Santo Antonio da Patrulha, a autora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA) e, reside em Alvorada, RS. Participou das coletâneas Livro do Trabalhador; Pérolas Ocultas; Somos Alvorada e; Raízes.  Em 2025, publicou o livro de poesia Maria Entre as Rosas, pela Editora Plena Voz. 
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domingo, 10 de maio de 2026

 

LUA CHEIA

 

Oh! Linda Lua!
Que no Céu flutua,
Tão Bela és Tu,
Que União fulgura,
Imagens Nuas e Cruas,
De formas que nem,
Ouso falar...
Remetem o Extinto,
Despertar...
Arrebatando Sentimentos,
Oprimidos...
Que há tempos,
Desejam se soltar!

Janaína Rosa é natural de Porto Alegre e reside em Alvorada, RS. Cabeleireira, artesã, cantora e compositora, a escritora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Começou escrevendo letras de músicas e poemas para o Instituto Ecovox. Em 2023, teve o poema Sintonia do Mar selecionado para o concurso Poeta Passageiro: poesia na viagem. A autora foi presidente da Associação de Músicos de Alvorada (AMUSA) e é vice-presidente do Instituto Alvorecer. Neste ano, teve o poema Bairro Passo do Feijó selecionado para a coletânea Alvorada por 60.

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Poema LUA CHEIA.
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sábado, 9 de maio de 2026

 

MÃE UMA LINDA FLOR

 

Mãe uma linda flor, Um anjo que Deus mandou, Foi esculpida com amor, A mais bela flor pura paixão. Mãe uma linda flor, A canção mais linda que já se fez...
Você foi feita para amar
Um anjo divino. Te chamam mulher! É feita de amor... Te chamam mulher, A mais linda flor
 
Natural de Alvorada, RS, Henrique Domingues é  membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA)É compositor, músico e poeta. 
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quinta-feira, 7 de maio de 2026

 
A LÍNGUA-MÃE 

A língua portuguesa não é um património, mas uma casa. É aquela que senti antes de entender e saber expressar. Os primeiros sons que ouvi, ainda no lago de águas mornas maternas. As primeiras palavras carinhosas dos progenitores.
É por isso que uma língua vivida assim — antes de ser compreendida — merece também um dia em que seja celebrada.
O Dia Mundial da Língua Portuguesa celebra-se a 5 de maio. É uma data dedicada a valorizar o português como língua global e a diversidade cultural das comunidades que a falam.
Mais do que uma data, trata-se de um gesto simbólico recuperado de uma celebração da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
Também a língua sente as fraturas do mundo contemporâneo.
Num mundo cada vez mais fragmentado, é importante valorizar a diversidade cultural dos países lusófonos, o diálogo entre povos e a presença do português no mundo.
Numa sociedade cada vez mais polarizada, o português deve afirmar-se como língua de ciência, cultura, economia e diálogo entre países. No fundo, é reforçar o seu papel na construção da paz.
Essa força manifesta-se, no dia a dia, nos lugares onde a língua é praticada.
Na educação e nas expressões culturais — música, teatro, literatura — esta língua latina revela a sua beleza e grandiosidade.
Esta crónica é também um abraço à comunidade de escritores que usam a língua portuguesa para preencher as páginas brancas dos livros.
Apesar da dimensão global, a língua continua a ser abrigo.
Viver dentro de uma língua — com as suas imperfeições e sombras, com a sua história — é ter um porto de abrigo que nos ajuda a encontrar um rumo.

Alexandra Ferreira é autora de Sombras com Rosto (romance, 2019) e de Um Verão Sem Ti (antologia de contos, 2023). Portuguesa, natural de Viseu, reside no Porto. É engenheira civil, pós-graduada em Direção de Empresas e mestre em Engenharia Rodoviária. A escritora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA), integrante do Festival de Literatura e Artes Literárias (FLAL) e do canal Liga dos 7, no facebook. Escreve para revistas literárias e clubes de leitura. Participa, ativamente, de congressos, sendo coautora de diversos artigos científicos.
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Crônica postada, em 06 de maio de 2026, pela autora, no canal Liga dos 7, no Facebook.
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quinta-feira, 30 de abril de 2026

 

Ó, BELA ALVORADA!


Ó, bela Alvorada! Cidade, 
Aqui, do Rio Grande do Sul. 
A capital da solidariedade. 
Qual povo vive sob este céu azul?

O alvoradense, amigo, gentil, 
Agradável e hospitaleiro. 
Igual anfitrião jamais se viu 
Em outro solo brasileiro!

De Passo do Feijó já foi chamada, 
Outrora Distrito de Viamão.
Ó, município bendito! Alvorada, 
Teu povo te ama de coração.

O escritor Anderson Vicente é professor de História e graduado em Gestão Ambiental, com pós-graduação em Educação Ambiental. Reside em Alvorada, RS, onde ajudou a fundar o Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Tem diversas participações em coletâneas de contos, crônicas e poemas. É autor dos livros juvenis Às voltas com a caveira Na trilha dos zumbis.

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LUGAR ESCONDIDO


Um velho barco de pesca
surgiu no mar com a noite
trouxe com ele escuroestrelaeluar
que estavam escondidos
muito longe do olhar
vagou na espuma da noite
à busca de sentimentos
impossíveis de achar.

O escritor Sérgio Vieira Brandão é professor, psicólogo, editor e membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Gaúcho, nascido em Alvorada, tem mais de 300 livros publicados para diferentes públicos. Mora em Tramandaí, RS (sergio.escritor@gmail.com). 
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Poema da coletânea POEMAS DE AMOR ADOLESCENTE, Editora SVB Edição e Arte, de 2010. 
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