domingo, 1 de fevereiro de 2026

 

2026 PRA FRENTE!

 

O momento em que todos esperavam,
É chegada novas oportunidades,
Diferentes aspectos de vivenciar,
Nosso dia a dia de várias formas,
Cores, sabores, aromas e amores,
Como ficar imune?
Segredo divaga no ar...
Semblante terno e leve,
De pensar, que férias,
Legais eu vou tirar!?
Autonomia em interagir,
Para todos os empasses,
Concluir...
Planejamento, dias a frente virão,
É porque não pensar, Com calma,
É deixar fluir do coração?
A mente me alavanca,
Para o episódio seguinte...
Pois certamente,
O ouvinte agradece,
A interseção...
Pois de alguma forma,
Se encontrarão!

Janaína Rosa é natural de Porto Alegre e reside em Alvorada, RS. Cabeleireira, artesã, cantora e compositora, a escritora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Começou escrevendo letras de músicas e poemas para o Instituto Ecovox. Em 2023, teve o poema Sintonia do Mar selecionado para o concurso Poeta Passageiro: poesia na viagem. A autora foi presidente da Associação de Músicos de Alvorada (AMUSA) e é vice-presidente do Instituto Alvorecer. Neste ano, teve o poema Bairro Passo do Feijó selecionado para a coletânea Alvorada por 60.

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Poema 2026 PRA FRENTE! 
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ENTRE A NEVE E A NOSTALGIA

Acordar e ver o vale e a serra cobertos com um manto branco é um cenário idílico que guardo no meu álbum de memórias da infância. Este fenómeno da natureza, que nos visitava nos primeiros meses do ano, encerrava por alguns dias as escolas, brindando-nos com uns dias extra de férias que desfrutávamos com amigos e família.
A par do divertimento do jogo com pequenas bolas de neve, construíamos um boneco de neve tão alto quanto possível, sempre com um sorriso nos lábios. Os desportos de neve resumiam-se a trenós improvisados, mas divertíamo-nos muito.
As alterações climáticas têm introduzido mudanças expressivas no planeta, e a neve não tem escapado ilesa. Neste século, tem andado desaparecida de alguns lugares onde costumava passar longas férias no período invernal. Foi neste contexto de mudança que, em 2007, a Federação Internacional de Esqui (FIS) instituiu o Dia Mundial da Neve, celebrado no terceiro domingo de janeiro, com o objetivo de promover os desportos de inverno, sensibilizar para a importância dos ecossistemas alpinos e alertar para os impactos das alterações climáticas na diminuição da neve.
Quando está muito frio, o vapor de água transforma-se em minúsculos cristais de gelo que se encaixam uns nos outros, ficando em suspensão. Para nevar, é crucial que a temperatura no percurso do floco, desde a nuvem até ao chão, permaneça abaixo ou muito próxima dos 0 °C, para que ele não derreta e caia sob a forma de chuva. Nestas ocasiões, os cristais caem em forma de flocos, que podem ser pequenos hexágonos ou farrapos.
No Castanheiro do Ouro, onde vivi até aos dezoito anos, também se tem sentido a ausência desta querida turista. Este ano, brindou a região com uma estadia curta nas serras, pernoitando apenas uma noite. Nessa breve visita, abraçou a encosta do vale, cobrindo pinheiros e ciprestes com flocos de algodão branco. Embora não tenha descido para visitar as povoações, permitiu aos nativos desfrutar da sua beleza.
Infelizmente, não tive o prazer de usufruir deste momento — subir até à serra, amassar pedaços de neve e atirá-los aos outros transeuntes que, como eu, apreciam esta brincadeira.
Ainda assim, ao visualizar as fotografias partilhadas nas redes sociais, fui transportada no tempo e revivi momentos felizes. Entre a nostalgia e a realidade dos dias de hoje, resta-nos acreditar que a natureza saberá reerguer-se e reencontrar o seu caminho. Os cristais refletem a luz do sol; por isso, num dia de céu azul, a neve adquire um branco de beleza ímpar.
Já desfrutaram deste cenário idílico?

Alexandra Ferreira é autora de Sombras com Rosto (romance, 2019) e de Um Verão Sem Ti (antologia de contos, 2023). Portuguesa, natural de Viseu, reside no Porto. É engenheira civil, pós-graduada em Direção de Empresas e mestre em Engenharia Rodoviária. A escritora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA), integrante do Festival de Literatura e Artes Literárias (FLAL) e do canal Liga dos 7, no facebook. Escreve para revistas literárias e clubes de leitura. Participa, ativamente, de congressos, sendo coautora de diversos artigos científicos.
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Crônica postada, em 20 de janeiro de 2026, pela autora, no canal Liga dos 7, no Facebook.
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

 

TEMAS & CANTIGAS 

 
No silêncio do catre
tenho ouvido canções
que me levam até vocês.
Em cada arpejo
uma lágrima silenciosa
maneia meu pensamento,
mas não é só sofrimento.
É um misto de percepção da
inexorabilidade do tempo,
mas acima de tudo
gratidão e orgulho
por tê-los tido como Pais.
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Poema TEMAS & CANTIGAS de Daniel Machado. O autor mora em Alvorada, RS, e é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA).
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CRISÓSTOMO 
 
Frases começadas com A: uma para cada dia do mês. 

01|A prevenção é o melhor remédio.
02|A propaganda é a alma do negócio.
03|A propósito…
04|A própria!
05|A quem interessar possa.
06|A recíproca é verdadeira.
07|A repetição é a mãe do aprendizado.
08|À sete palmos.
09|A sorte é filha do preparo com a oportunidade.
10|A tendência é só melhorar. 
11|A tendência é só piorar.
12|A tentativa é livre.
13|A toque de caixa.
14|A última bolachinha do pacote.
15|A última Coca-Cola do deserto.
16|A última dança.
17|A última pá de cal.
18|A união faz a força.
19|A única certeza da vida é a morte.
20|A única coisa que ninguém pode te tirar é o conhecimento.
21|A vaca foi pro brejo!
22|A verdade dói.
23|A verdade nua e crua.
24|A verdade que não quer calar.
25|A vida é bela.
26|A vida é boa, a gente é que complica.
27|A vida é um sopro.
28|A vida é uma caixinha de surpresa.
29|A vida é uma só.
30|A vida é uma vela.
31|A vida, como ela é.

 Mês que vem tem mais!

Natural de Alvorada, RS, Deodato Júnior é motorista de aplicativo e palestrante. Criativo e versátil, o autor costuma criar diferentes pseudônimos para suas obras. São os casos de Salomau, criado para os livros O Lobisomem do LeprosárioProvérbios de Salomau e Teste Vocacional para Motoristas de Aplicativo e; de Crisóstomo, nas obras A Bruxa da Bom JesusHistórias que até Zeus duvida e Boca Braba.
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N.E. Frases retiradas do livro Boca Braba (Editora Meia-noite, 2025).
Clique aqui e leia outras postagens das frases de Crisóstomo.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

  

A FIGUEIRA

  

Eu a olhava de  baixo para cima 
Sentindo toda energia e magnitude centenária 
Que brotava em seus galhos 
Sua copa arremetia a uma coroa ancestral 
Transmitindo sabedoria e esplendor 
Fico imaginando quantas pessoas ali 
Passaram entre suas sombras 
Quantos piqueniques já acolheu 
Quantos casais a enamorar
Quantas pessoas a se abrigarem 
Por isso, ao passar  não deixo de reverenciar
Pois quantas oferendas e quantos pedidos com
diversas energias por ali passaram contemplando 
A sagrada majestade a "Figueira". 
 
Morador de Porto Alegre, RS, Rony Moreira é professor, poeta e radialista. Autor da fábula MACHADINHO: O PINTINHO SONHADOR, tem vários textos publicados nas coletâneas VOZES ALVORADENSES e 20 POEMAS PARA NOVEMBRO (Volumes 1, 2 e 3).
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Poema, A FIGUEIRA, de Rony Moreira
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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

 

A CULTURA

 
A cultura canta e encanta
ama e refaz
nutre  e se satisfaz
A cultura
tem paixão
amor e atração
A cultura
é misteriosa
ardente e sorridente
A cultura
sobrevive das pessoas que
acreditam nela
na resistência, como uma fênix,
A cultura
é a força do povo,
das comunidades, das periferias
A cultura
é a base daqueles que confiam. 
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Poema A CULTURA de Cristina RibeiroJade Poeta. A autora mora em Alvorada, RS, e é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA).
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