quarta-feira, 18 de março de 2026

 

MANHÃS ENSOLARADAS

 

Nas manhãs ensolaradas
acordo e escuto
o cantar dos pássaros
! nas manhãs nubladas
eles cantam também.

Cantam e encantam
as minhas manhãs
abençoando as minhas
Alvoradas.
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Poema MANHÃS ENSOLARADAS de Cristina RibeiroJade Poeta. A autora mora em Alvorada, RS, e é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA).
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O TOPO

 

Cheguei sem alarde ao alto da escada. Com os pés no chão, e a alma assentada. No topo, não tremo. No topo, flutuo. Com raízes na terra, e o olhar no recuo. Não foi só dinheiro, nem sorte que veio. Foi tempo, foi rumo, foi luta no meio. E assim permaneço, sereno no foco. Não apenas cheguei. Eu sou o topo.

Sargento aposentado da Brigada Militar, Damião Oliveiraé graduado em Tecnologia de Gestão e Gerenciamento de Recursos de Polícia Militar, com pós-graduação em Ciências Jurídicas e Afins do Policiamento Comunitário. Natural de São Gabriel, o escritor, membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA), reside em Alvorada, RS. É autor dos livros Sonetos para Deus, Buquê de Flores Pinhal em VersosE, o criador do projeto Semeando Sonhos, Colhendo Realidades, o qual doa livros e e-books para escolas, associações e sociedade em geral.  
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Poema O TOPO
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PRÉ-POEMA 

 
Quis fazer um poema.
Busquei incansavelmente as palavras,
mas elas fugiram de mim e se esconderam
no brilho dos teus olhos no exato momento em que
te vi.
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Poema PRÉ-POEMA de Daniel Machado. O autor mora em Alvorada, RS, e é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA).
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sábado, 14 de março de 2026

 

O RECOMEÇO TEM SEU PRÓPRIO SOM 
O dia 6 de março acaba de ganhar um novo significado no meu calendário pessoal: o dia em que o mundo decidiu "ligar o som" novamente.
​Sair do silêncio absoluto para o caos sonoro do cotidiano é uma aventura digna de uma crônica.
O meu cérebro, coitado, passou três anos em um retiro espiritual forçado e agora está tentando processar tudo de uma vez, elegendo o meu coração como o "baterista principal" da banda.
​Dizem que quem espera sempre alcança, mas ninguém me avisou que, depois de três anos de silêncio absoluto, o"alcance" viria com o volume no 11.
No dia 6, o mundo não apenas voltou a existir; ele resolveu gritar "Bom dia!" direto no meu tímpano através de um pequeno e tecnológico milagre encaixado na orelha.
​A primeira coisa que descobri é que meu cérebro é um tanto quanto egocêntrico. Na falta de sons externos, ele se apegou ao que tinha à mão — ou melhor, ao que tinha no peito. Agora, para ele, o som mais importante do universo é o meu próprio coração. Tum-tum. Tum-tum.
É como se eu vivesse dentro de um metrônomo humano. Se eu me emociono, a trilha sonora vira um filme de ação; se relaxo, vira um blues lento. O mundo lá fora que lute para competir com o meu ritmo cardíaco.
​O processo de "reouvir" é uma comédia de erros sensoriais. Meu cérebro olha para o barulho da geladeira e pergunta: "Quem é esse estranho?". Eu respondo: "É só o motor, sossega". Ele ouve o som de uma chave na fechadura e entra em pânico, achando que é o início de uma sinfonia de Beethoven.
​É um aprendizado de etiqueta sonora. Estou ensinando meu sistema nervoso a ignorar o bater de uma porta e a focar na voz de quem amo.
É como se eu estivesse apresentando velhos amigos a um anfitrião que ficou isolado por tempo demais e agora acha que o barulho de um garfo no prato é um evento de gala.
​Aos poucos, o incômodo vira música. O que antes me assustava, agora me faz rir. O coração, esse solista insistente, vai acabar aceitando que não é a única estrela do show.
Enquanto isso, vou curtindo essa audição "mista" um pouco de mundo, um pouco de mim e a certeza de que voltar a ouvir não é apenas recuperar um sentido, é redescobrir que a vida, mesmo barulhenta e atrapalhada, tem uma sonoridade linda.

Residente de Alvorada, RS, a escritora Ironi Jaeger é coordenadora do Festival de Literatura e Artes Literárias (FLAL), roteirista do Coletivo Vira-Cena e membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). É autora dos livros O Segredo da Família Romans e Recomeços (Coleção 12 Livros Para Atravessar Um Ano).
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Crônica, O RECOMEÇO TEM SEU PRÓPRIO SOM, postada, em 08 de março de 2026, pela autora, em sua página no Facebook. 
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A POESIA FAZ PARTE DA MINHA VIDA.

 

Se não fosse a poesia, o que seria de mim. Com certeza hoje em dia, não pensava assim. Estou sempre refletindo, com a minha imaginação. Está fazendo bem para a mente, para a alma e o coração. A poesia me acompanha, cada dia, cada segundo. Assim vou registrando a minha história, em qualquer parte do mundo. Através da poesia, alguém vai saber quem sou eu. Estou plantando boas sementes, realizando o sonho meu. Parabéns a todos, que escreve poesia. Porque o céu fica mais colorido, transformando em magia. 

Poema A POESIA FAZ PARTE DA MINHA VIDA., da escritora Maria Rosa. Natural de Santo Antonio da Patrulha, a autora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA) e, reside em Alvorada, RS. Participou das coletâneas Livro do Trabalhador; Pérolas Ocultas; Somos Alvorada e; Raízes.  Em 2025, publicou o livro de poesia Maria Entre as Rosas, pela Editora Plena Voz. 
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segunda-feira, 9 de março de 2026

 

O INSPIRAR DA CHUVA

 

Nesse dia de chuva senti, Vontade de escrever e Evoluir, Seguir trilhando o caminho, Onde logo à frente continuarei, Brilhantemente transcendendo, Dimensões em Minha Mente, Traquejo Social, Fluência, Quanto mais praticar mais vou, Construir um Futuro a seguir, Que ficará na Lembrança, De quem Ler, quando EU aqui, Não mais existir!

Janaína Rosa é natural de Porto Alegre e reside em Alvorada, RS. Cabeleireira, artesã, cantora e compositora, a escritora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Começou escrevendo letras de músicas e poemas para o Instituto Ecovox. Em 2023, teve o poema Sintonia do Mar selecionado para o concurso Poeta Passageiro: poesia na viagem. A autora foi presidente da Associação de Músicos de Alvorada (AMUSA) e é vice-presidente do Instituto Alvorecer. Neste ano, teve o poema Bairro Passo do Feijó selecionado para a coletânea Alvorada por 60.

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Poema O INSPIRAR DA CHUVA.
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VIVA A VIDA

 

Sentado na praça, pensando... A vida vai a vida, vem, O relógio do tempo gira, E tudo vai passar, E gente que vai, É gente que vem, Cada um com sua história, O relógio do tempo passa, E o tempo vai passar, Viva, cante, faça o que poder, Viva, ame, a vida é uma só, Então vá viver.
 
Natural de Alvorada, RS, Henrique Domingues é  membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). É compositor, músico e poeta. 
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Poema VIVA A VIDA.
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