sábado, 9 de maio de 2026

 

MÃE UMA LINDA FLOR

 

Mãe uma linda flor, Um anjo que Deus mandou, Foi esculpida com amor, A mais bela flor pura paixão. Mãe uma linda flor, A canção mais linda que já se fez...
Você foi feita para amar
Um anjo divino. Te chamam mulher! É feita de amor... Te chamam mulher, A mais linda flor
 
Natural de Alvorada, RS, Henrique Domingues é  membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA)É compositor, músico e poeta. 
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quinta-feira, 7 de maio de 2026

 
A LÍNGUA-MÃE 

A língua portuguesa não é um património, mas uma casa. É aquela que senti antes de entender e saber expressar. Os primeiros sons que ouvi, ainda no lago de águas mornas maternas. As primeiras palavras carinhosas dos progenitores.
É por isso que uma língua vivida assim — antes de ser compreendida — merece também um dia em que seja celebrada.
O Dia Mundial da Língua Portuguesa celebra-se a 5 de maio. É uma data dedicada a valorizar o português como língua global e a diversidade cultural das comunidades que a falam.
Mais do que uma data, trata-se de um gesto simbólico recuperado de uma celebração da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
Também a língua sente as fraturas do mundo contemporâneo.
Num mundo cada vez mais fragmentado, é importante valorizar a diversidade cultural dos países lusófonos, o diálogo entre povos e a presença do português no mundo.
Numa sociedade cada vez mais polarizada, o português deve afirmar-se como língua de ciência, cultura, economia e diálogo entre países. No fundo, é reforçar o seu papel na construção da paz.
Essa força manifesta-se, no dia a dia, nos lugares onde a língua é praticada.
Na educação e nas expressões culturais — música, teatro, literatura — esta língua latina revela a sua beleza e grandiosidade.
Esta crónica é também um abraço à comunidade de escritores que usam a língua portuguesa para preencher as páginas brancas dos livros.
Apesar da dimensão global, a língua continua a ser abrigo.
Viver dentro de uma língua — com as suas imperfeições e sombras, com a sua história — é ter um porto de abrigo que nos ajuda a encontrar um rumo.

Alexandra Ferreira é autora de Sombras com Rosto (romance, 2019) e de Um Verão Sem Ti (antologia de contos, 2023). Portuguesa, natural de Viseu, reside no Porto. É engenheira civil, pós-graduada em Direção de Empresas e mestre em Engenharia Rodoviária. A escritora é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA), integrante do Festival de Literatura e Artes Literárias (FLAL) e do canal Liga dos 7, no facebook. Escreve para revistas literárias e clubes de leitura. Participa, ativamente, de congressos, sendo coautora de diversos artigos científicos.
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Crônica postada, em 06 de maio de 2026, pela autora, no canal Liga dos 7, no Facebook.
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quinta-feira, 30 de abril de 2026

 

Ó, BELA ALVORADA!


Ó, bela Alvorada! Cidade, 
Aqui, do Rio Grande do Sul. 
A capital da solidariedade. 
Qual povo vive sob este céu azul?

O alvoradense, amigo, gentil, 
Agradável e hospitaleiro. 
Igual anfitrião jamais se viu 
Em outro solo brasileiro!

De Passo do Feijó já foi chamada, 
Outrora Distrito de Viamão.
Ó, município bendito! Alvorada, 
Teu povo te ama de coração.

O escritor Anderson Vicente é professor de História e graduado em Gestão Ambiental, com pós-graduação em Educação Ambiental. Reside em Alvorada, RS, onde ajudou a fundar o Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Tem diversas participações em coletâneas de contos, crônicas e poemas. É autor dos livros juvenis Às voltas com a caveira Na trilha dos zumbis.

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LUGAR ESCONDIDO


Um velho barco de pesca
surgiu no mar com a noite
trouxe com ele escuroestrelaeluar
que estavam escondidos
muito longe do olhar
vagou na espuma da noite
à busca de sentimentos
impossíveis de achar.

O escritor Sérgio Vieira Brandão é professor, psicólogo, editor e membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA). Gaúcho, nascido em Alvorada, tem mais de 300 livros publicados para diferentes públicos. Mora em Tramandaí, RS (sergio.escritor@gmail.com). 
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Poema da coletânea POEMAS DE AMOR ADOLESCENTE, Editora SVB Edição e Arte, de 2010. 
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terça-feira, 28 de abril de 2026

 

GUERREIRA

 

Me chama de guerreira
Mas sei que não sou
Sou uma mulher forte e batalhadora
Que desabrochou
Como uma flor.
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Poema GUERREIRA de Cristina RibeiroJade Poeta. A autora mora em Alvorada, RS, e é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA).
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POR QUE EU SOU IRRITANTE?

Ontem me perguntaram por que eu sou irritante. Além do senso de humor da pergunta, que também era uma afirmação, há coisas para dizer a respeito.
Levando em consideração a minha admiração por Sócrates, e outras figuras históricas que foram perseguidas, presas e mortas por defenderem ideias que feriam o status vigente, creio ser uma tendência minha procurar o atrito de verdades não ditas com hipocrisias e quívocos constituídos.
Uma pessoa não dada ao ato da reflexão e do estudo epistemológico aceita e reproduz comportamentos que trazem cargas de injustiça e erros provenientes do passado. Pois foi nesse passado que certas hegemonias de poder afirmaram esses valores.
Estes valores sendo decrépitos e deturpados, muitas vezes se passam pelo único status aceitável, como uma realidade intrínseca, cristalizada e perene.
Desta forma as sociedades que não cultivam valores filosóficos só podem seguir na direção da injustiça social, do totalitarismo e do fanatismo religioso e político.
Talvez eu seja irritante porque gosto de provocar e evidenciar contradições que ofuscam o brilho dos gestores desses valores decrépitos. Mas não é verdade que eu seja totalmente irritante, há quem até goste de beber cerveja comigo e sorrir.

Graduado em História, o escritor Everton Santos, autor do livro O SOL DOS MALDITOS, é membro do Clube dos Escritores de Alvorada (CEA) e coordenador dos eventos Feira Alternativa e Ensaio de Ruamúsico da banda de punk rock Atari e apresentador do canal, no YouTube, Consciência Histórica. Mora em Alvorada, RS.
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Crônica, postada, em 01 de abril de 2026, pelo autor, em sua página no Facebook
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segunda-feira, 27 de abril de 2026

 

- SULWE
Nathiele Fagundes é contadora de histórias e autora dos livros infantis CADA PEDAÇO MEU e BAÚ DE HISTÓRIAS MANEIRASA escritora é historiadora, especialista em História e Cultura Afro-Brasileira e está cursando pedagogia. Mora em Alvorada, RS (nathicontandohistorias@gmail.com). 
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História infantil, SULWE, da escritora Lupita Nyong'o. 
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